segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Arquitetura e limites

  Bernard Tschumi inicia seu texto ressaltando a existência e a importâncias dos limites dentro de diversos campos, desde a arquitetura até a música e o teatro. Essas obras deniminadas por ele como limites são de grande importância devido ao fato delas desentoarem da maior parte das obras de seus criadores, por serem de certa forma "expeimentais". Entretanto em alguns casos estas obras são negligenciadas pelo mercado que criam e disseminam uma visão reducionista destas obras, que apesar de fundamentais, acabam por serem eliminadas dos veículos de acesso. Forçado pelo mercado e pela mídia, é padronizado então um estilo do autor que vê seu trabalho limitado e preso a preceitos do mercado, dificultando assim a evolução do seu campo de atuação, seja ele a arquitetura, a música, a literatura, dentre outros.
  O autor atenta também para a linearidade histórica a qual imaginamos. Segundo Tschumi, essa visão é uma forma de reducionismo praticada por correntes dominantes de historiadores que simplesmente descartam obras por serem taxadas de conceituais. A partir disso pode-se imaginar também possíveis reducionismos praticados em outras épocas que escondem ou mantêm obras desconectadas do acervo principal dos autores.

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